Acredita-se que o hábito de pintar as unhas surgiu há aproximadamente 3500 a.C. Neste tempo, as egípcias já pintavam suas unhas e dedos com henna. No reinado de Cleópatra, por exemplo, só ela podia usar vermelho para pintar as suas unhas. Desobedecer à ordem originava uma punição severa - às vezes, até morte.
Na China, por volta de 3000 a.C., as unhas pintadas estavam estritamente relacionadas à posição social do indivíduo. Unhas douradas ou prateadas – posteriormente, vermelho e preto – destacavam a condição do indivíduo de membro da família real. Unhas compridas, por sua vez, indicavam nobreza.
Os cuidados com as mãos e as unhas, como se vê, são bem antigos. Embora não existissem ainda o verniz, tal como vemos hoje, desde 1800 já existiam salões de manicure, que eram procurados para cortar, lixar e polir as unhas, além de perfumá-las com óleos. O “verniz” – que em geral não ficavam um dia sequer nas unhas –, por sua vez, eram espécie de mistura de goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha.
Em 1925, enfim, foi lançado o primeiro verniz, como os de hoje em dia, em tom rosado, e que era aplicado somente no meio das unhas, deixando a meia lua e a ponta sem nada! Somente em 1932, com o lançamento do verniz da marca Revlon as unhas começaram a ser pintadas inteiramente.
Já na década de 70, época da discoteca, surgiu o verniz sintético, que eram passados sobre unhas extremamente longas!
Em 1980, o verniz sintético é substituído pelo verniz de fibra. Cores garridíssimas, como o néon, marcam este período.
Nos anos 90, além do verniz, pedras preciosas e outros acessórios também passaram a ser utilizadas na decoração das unhas. No fim dessa época, o estilo gótico e as unhas pretas também foram tendência.
O que se seguirá?

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